terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Prefeito de Manaus anuncia aumento da tarifa de ônibus para R$ 3,80

O prefeito de Manaus, Artur Virgílio, anunciou durante coletiva de imprensa na tarde desta terça-feira (21) que o valor da passagem de ônibus vai subir para R$ 3,80 na capital. A tarifa estudantil vai permanecer R$ 1,50. O anúncio foi feito um dia após o governador José Melo confirmar que vai manter a suspensão dos subsídios para empresas de transporte coletivo.
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Foto: Frank Cunha
Segundo Artur Neto, o reajuste passa a valer a partir de sábado (25). "Eu decidi. A responsabilidade é minha. Isso pode gerar uma nevraugia popular. A popularidade vai e volta, mas a credibilidade que eu tenho não muda", disse prefeito.
O Governador do Amazonas, José Melo (PROS), afirmou que vai manter a suspensão do subsídio antes concedido pelo Estado para as empresas de transporte coletivo de Manaus. A informação foi divulgada durante coletiva de imprensa na manhã de segunda-feira (20). A Prefeitura critica a medida e disse que a decisão causaria novo impacto no valor da tarifa.
"Eu quero dizer que, se a passagem voltar para o patamar que estava, eu manterei e vou compensar os órgãos por suas perdas", disse Melo durante coletiva de lançamento da 3ª edição da partida beneficente que leva o nome do lutador do UFC José Aldo, na capital.
Na semana passada, o prefeito de Manaus, Artur Neto, pediu que Melo reavaliasse a decisão sob o argumento de risco de haver novo aumento no valor da passagem.

Para o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), a suspensão do ICMS e do IPVA gera um custo de adicional de R$ 0,17 no valor da tarifa, ou seja, aumento de 4,45%.

Melo também cobrou transparência nos cálculos que definem os gastos com o transporte público de Manaus.

"Responsabilidade de transporte coletivo é de prefeito. Quando eu assumi o governo, fui procurado pelo prefeito que disse o seguinte: O governo do Omar havia isenção do ICMS sobre o transporte com a condição de que não aumentasse o preço da passagem. E eu disse a ele que, enquanto não aumentasse a passagem, eu manteria a isenção que foi dada lá atrás. Está na hora de apresentar essas planilhas, enquanto isso não ocorrer, vou continuar com a minha determinação", disse Melo.
Reajuste da passagem
O aumento da passagem ocorreu no dia 26 de janeiro deste ano, uma semana depois da greve que paralisou 100% da frota na capital. À época, o vice-prefeito de Manaus, Marcos Rotta, afirmou que o valor estava defasado.

Rotta afirmou que Prefeitura arcaria com R$ 0,25 de subsídios na passagem convencional. O valor referente à passagem estudantil é de R$ 0,15. Os valores representam R$ 5 milhões por mês em subsídios. Em contrapartida, as empresas se comprometeram em renovar e aumentar a frota de ônibus.
Dois dias após o aumento para R$ 3,30, o Governo do Amazonas, no entanto, suspendeu os subsídios concedidos pelo Estado para as empresas de transporte coletivo de Manaus.
A justificativa do Governo é que as empresas de transporte coletivo descumpriram o acordo firmado com o Estado e Prefeitura de Manaus, que visava a manutenção do preço da passagem mediante isenção fiscal.
De acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), a suspensão do ICMS e do IPVA gera um custo de adicional de R$ 0,17 no valor da tarifa, ou seja, aumento de 4,45%.

Impasse
Desde o ano passado, o aumento da passagem tem sido alvo de luta judicial entre o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram) e a Prefeitura de Manaus.

No dia 17 deste mês, rodoviários de diversas empresas do transporte público paralisaram as atividades. Nenhum dos 1,4 mil ônibus da capital circulou por mais de 10 horas. A paralisação da categoria descumpriu a decisão da Justiça do Trabalho, que determinou, na segunda (16), que 100% da frota estivesse nas ruas, após anúncio de greve pela classe. Ao todo, 400 mil usuários são prejudicados.
Segundo o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviários de Manaus (STTR), Demógenes Egleses, a categoria exige o pagamento do dissídio coletivo de 2016 e o adicional de insalubridade, que também está atrasado.
Para 2016, a categoria deveria ter recebido reajuste entre 8,5 e 9,5%, segundo Egleses. Na semana anterior, os rodoviários tinham anunciado a greve da categoria, que foi suspensa após o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) acatar o pedido feito pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram).
Informações: g1 AM

Rodoviários paralisam ônibus quase 1 mês após alta da tarifa em Manaus

Trabalhadores que operam o transporte público de Manaus paralisaram linhas de ônibus na manhã desta terça-feira (21). A paralisação ocorre quase um mês após o aumento da tarifa, que subiu de R$ 3 para R$ 3,30 no dia 26 de janeiro. Todas as dez empresas que atuam na cidade aderiram ao movimento.
Os trabalhadores cobram o pagamento do dissídio, além da quinzena, que deveria ter sido quitada na segunda-feira (20).
Paralisação de ônubus prejudica passageiros em Manaus nesta terça (Foto: Adneison Severiano/G1 AM)
Foto: Adneison Severiano/G1 AM
O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Givancir Oliveira, disse que, inicialmente, 70% da frota foi paralisada, mas esse percentual caiu para 50%, segundo ele.

"A categoria parou por atraso de pagamento, que era para ter sido pago ontem e a empresa não tem nem previsão, mesmo com o aumento da passagem. Estão de brincadeira com a gente. Houve apenas boas conversas, mas acordo que é bom, nada", disse ao G1.

"Vamos liberar 50% dos veículos, principalmente os articulados para amenizar um pouco o sofrimento dos usuários. Ninguém gosta de fazer greve, mas os trabalhadores resolveram cruzar os braços revoltados com a situação e a falta de acordo com os empresários", disse o motorista Nogueira Felix, funcionário da empresa Global, que opera nas Zonas Norte e Leste.
Rodoviários lamentam a situação. "Não acho justo que todos da classe podem reivindicar seus direitos e nós não. Médicos, carteiros e outros trabalhadores fazem greve, mas nós somos crucificados. Somos vítimas do sistema e lutamos pelos nossos direitos. Temos uma jornada longa de trabalho, nosso FGTS não é depositado, mesmo sendo descontado no contracheque. Queremos receber nosso salário porque trabalhamos", declarou uma cobradora, de 52 anos, que não quis ser identificada.
A atendente Noelma Souza, de 39 anos, disse que chegou no ponto de ônibus às 5h30. Às 06h10, ela ainda aguardava a linha 671, na Alameda Cosme Ferreira, para ir ao trabalho no Detran, Avenida Recife. "Moro no Novo Aleixo e peguei o ônibus até o Coroado. Era a primeira viagem, e o motorista disse que já iria parar. Por pouco não consigo chegar até metade do caminho", disse a passageira.


Justiça deve ser acionada
O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram) informou não ter sido comunicado da paralisação e que desconhece causas do movimento.

Ainda conforme o Sinetram, apenas 30% da frota de todas as empresas foi liberada para operar, cerca de 400 carros dos 1350 que operam diariamente. O Sinetram informou, ainda, que vai acionar a justiça para que as medidas cabíveis sejam tomadas. Uma multa, R$ 50 mil por hora parada, deve ser solicitada.
Reajuste da passagem
O aumento da passagem ocorreu no dia 26 de janeiro deste ano, uma semana depois da greve que paralisou 100% da frota na capital. À época, o vice-prefeito de Manaus, Marcos Rotta, afirmou que o valor estava defasado.

Rotta afirmou que Prefeitura arcaria com R$ 0,25 de subsídios na passagem convencional. O valor referente à passagem estudantil é de R$ 0,15. Os valores representam R$ 5 milhões por mês em subsídios. Em contrapartida, as empresas se comprometeram em renovar e aumentar a frota de ônibus.
Dois dias após o aumento para R$ 3,30, o Governo do Amazonas, no entanto, suspendeu os subsídios concedidos pelo Estado para as empresas de transporte coletivo de Manaus.
A justificativa do Governo é que as empresas de transporte coletivo descumpriram o acordo firmado com o Estado e Prefeitura de Manaus, que visava a manutenção do preço da passagem mediante isenção fiscal.
De acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram), a suspensão do ICMS e do IPVA gera um custo de adicional de R$ 0,17 no valor da tarifa, ou seja, aumento de 4,45%.
Impasse
Desde o ano passado, o aumento da passagem tem sido alvo de luta judicial entre o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Amazonas (Sinetram) e a Prefeitura de Manaus.

No dia 17 deste mês, rodoviários de diversas empresas do transporte público paralisaram as atividades. Nenhum dos 1,4 mil ônibus da capital circulou por mais de 10 horas. A paralisação da categoria descumpriu a decisão da Justiça do Trabalho, que determinou, na segunda (16), que 100% da frota estivesse nas ruas, após anúncio de greve pela classe. Ao todo, 400 mil usuários são prejudicados.
Segundo o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviários de Manaus (STTR), Demógenes Egleses, a categoria exige o pagamento do dissídio coletivo de 2016 e o adicional de insalubridade, que também está atrasado.
Para 2016, a categoria deveria ter recebido reajuste entre 8,5 e 9,5%, segundo Egleses. Na semana anterior, os rodoviários tinham anunciado a greve da categoria, que foi suspensa após o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) acatar o pedido feito pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Amazonas (Sinetram).
Informações: g1 AM


sábado, 11 de fevereiro de 2017

Rio Branco-AC. Sem acordo, votação para escolher nova tarifa de ônibus é adiada

A votação do Conselho de Transporte para escolher a nova tarifa de ônibus foi suspensa por 48 horas e deve ser retornada na próxima segunda-feira (13).  O Conselho se reuniu na tarde desta sexta-feira (10), na sede da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (RBTrans). A votação chegou a ser suspensa por uma liminar da juíza de Direito Zenair Ferreira Bueno, titular da 1ª Vara da Fazenda de Rio Branco.
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O documento foi concedido ao grupo de entidades ligadas aos movimentos sociais e vereadores que ingressaram com uma ação popular no dia 25 de janeiro. O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo do Estado do Acre (Sindcol) apresentou uma planilha de custos para a Prefeitura da capital, que prevê o aumento da passagem de R$ 3 para R$ 4,08.
A votação foi suspensa após representantes da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), Diretório Central de Estudantes (DCE), da Associação dos Servidores Municipais de Rio Branco (Assermurb), da União das Associações de Moradores de Rio Branco e da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomercio) não concordarem com o valor apresentado pelo relator do Conselho e pela RBTrans.
A RBTrans informou ainda, por meio da assessoria de comunicação, que as entidades não apresentaram uma proposta de valor da nova tarifa e se comprometeram a analisar e apresentar uma proposta na próxima reunião. Já a RBTrans, juntamente com o relator do Conselho, fecharam o valor do aumento em R$ 3,80.
Informações: g1 AC

Belém-PA. Período de cadastro para transporte escolar começa na segunda


O cadastro dos motoristas que desejam fazer transporte escolar começa a partir da próxima segunda-feira (13), em Belém. O cadastro deve ser feito pelos condutores que ainda não operam regularmente e também para renovar o registro de quem já exerce a profissão. O processo fica aberta até o final do mês de março.
 Período de cadastro para transporte escolar começa nessa segunda-feira (13), em Belém. (Foto: Divulgação/Semob)

A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (Semob) não estipulou limite de vagas, porém os interessados precisam cumprir as exigências previstas no Regulamento de Transportes do Município de Belém, apresentando a documentação necessária e submetendo o veículo à vistoria realizada pela Semob.

Os interessados devem comparecer ao edifício-sede da Semob, localizado na avenida Júlio César, 1026-A, no período das 8h30 às 15h, munidos da documentação solicitada do condutor e do veículo. A lista com todos os documentos pode ser consultada no site da Semob.

Informações: g1 PA