terça-feira, 25 de abril de 2017

Rodoviários e empresários negociam reajuste salarial em Belém

Rodoviários anunciaram que farão assembleia geral na próxima quinta-feira (27) com a categoria. Em reunião com os representantes das empresas de transporte coletivo nesta segunda-feira (24), em Belém, a categoria pediu 10% de reajuste salarial e aumento do tíquete alimentação de R$ 510,00 para R$ 700,00.
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Eduardo Barros Pires
A categoria também pediu benefícios no atendimento a saúde e um centro de capacitação. Os representantes do sindicato dos trabalhadores foram informados durante a reunião sobre a liminar do ministro do STF, Gilmar Mendes, que suspende a validade dos acordos coletivos de trabalho quando não forem negociados até o último dia do mês da data-base. No caso dos rodoviários a data limite é o próximo domingo (30).
Na próxima quarta-feira (24), uma nova reunião entre trabalhadores e empresários será realizada na sede do Setransbel, em Belém. No dia seguinte, os rodoviários se reúnem em assembleia para votar se aceitam as propostas apresentadas pela patronal. Caso elas não sejam aceitas, a categoria poderá entrar em greve.

Informações: g1 PA


Paralisação de ônibus afeta cerca de 20 mil usuários em Manaus, diz Sinetram

Ônibus da empresa Líder deixaram de circular na manhã desta segunda-feira (24). O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado Amazonas (Sinetram) estima que 20 mil usuários foram afetados em Manaus.
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De acordo com o Sinetram, a empresa não foi notificada sobre a paralisação dos rodoviários. A empresa tem garagem localizada no bairro Cidade Nova, na Zona Norte de Manaus.
O Sinetram informou ainda que a paralisação iniciou 4h e os ônibus começaram a circular às 5h40. A empresa opera com mais de 80 ônibus em 21 linhas.
A reportagem não conseguiu contato com o Sindicato dos Rodoviários para apurar as reivindicações da categoria.

Informações: g1 AM


segunda-feira, 24 de abril de 2017

Novas linhas de ônibus passam a usar corredor exclusivo em Manaus

Duas linhas de ônibus do transporte coletivo passam a operar nos corredores exclusivos em Manaus neste sábado (22). A transferência faz parte de um cronograma elaborado pela SMTU para retirada de 60 ônibus do transporte coletivo da faixa da direita para a esquerda.
Faixa Azul na Torquato Tapajós (Foto: Karla Vieira/Semcom)
Foto: Karla Vieira/Semcom
De acordo com a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) , a mudança ocorre nas linhas 326 (Jesus me Deu/T1/Centro) e a 324 (Comunidade São Pedro/T1/Centro).

Uma pesquisa realizada pela SMTU apontou que as linhas que já circulam pela faixa exclusiva obtiveram um ganho de 20 minutos em média, a cada viagem realizada.

Informações: g1 AM

Audiência pública sobre regularização do Uber é realizado em Porto Velho

Uma audiência pública foi realizada esta semana, na Câmara Municipal de Porto Velho, para tratar sobre a implantação do Uber, um aplicativos de mobilidade urbana, na capital. Representantes dos sindicatos dos taxistas e mototaxistas estiveram presentes na audiência para reivindicar a instalação e execução do aplicativo.
Segundo o vereador Edvilson Negreiros, o objetivo da audiência foi levar à sociedade informação sobre a verdadeira situação do município na questão do transporte. A ideia principal é não tirar o direito das pessoas que já prestam serviço na área do transporte no município, um total de 750 taxistas e 650 mototaxistas cadastrados.

“Nossa ideia nesse primeiro momento é regulamentar definitivamente quem quer operar no sistema do aplicativo. Não vai ser proibido mas vai ter que ser regularizado pela Prefeitura Municipal de Porto Velho”, declara.
O serviço Uber não exige verificação da documentação do carro e é um aplicativo em que o interessado poderá trabalhar com veículos alugados e emprestados. Mas de acordo com o vereador, com o cadastramento na prefeitura, vai ser possível fiscalizar o veículo que entrar no aplicativo.
“Nós estamos coibindo a forma que eles querem para operar no nosso sistema. Depois dessa audiência pública, vamos marcar a votação. Vamos discutir com o prefeito sobre essa questão”, informa Negreiros.
O aplicativo oferece um serviço conhecido e utilizado em vários estados do país, que aproxima e conecta o passageiro e o motorista pelo meio eletrônico. Os interessados em realizar o trabalho têm que fazer um cadastramento obrigatório no sistema. A estudante Jhuly Carvalho disse que já usou o aplicativo em outro estado e aprova a ideia da implantação do programa em Rondônia.
“Eu acho interessante porque querendo ou não, dá para a gente conhecer a pessoa. Podemos ver a foto e tem um histórico dela, um currículo que a gente pode ver. Já o taxi não tem isso, não tem um contado visual da pessoa. Vai melhorar principalmente a questão da qualidade do serviço e também na questão do valor”, declara a estudante.
Para o taxista Lucio Miranda, que atua há 10 anos na área, a população ainda não sabe a verdade sobre o que é o sistema Uber. Segundo ele, o aplicativo cadastra qualquer tipo de pessoa. Entre as exigências dos funcionários na categoria dos taxistas, está incluído que eles não podem ter outro vínculo empregatício, e antes de entrar na categoria, eles devem apresentar os antecedentes criminais de todas as varas. Ele ainda pede que o poder público tome providências.
“O que o regulamento diz para nós taxistas é que nós temos que ter ficha limpa e não podemos ter nada pendente com a Justiça. Queremos lutar pelo nosso direito, uma vez que o poder público escolta todas essas responsabilidades, e que nesse momento, o poder público se manifeste e coloque a casa em ordem”, desabafa o motorista.

De acordo com o presidente do rádio táxi do município, Pedro Braga, a perca será grande e reduzirá muito o trabalha, além disso, os usuários de táxi não chegam a 100 mil. “Eu não acredito que o Uber é solução. O motorista que trabalha lá é um ser humano igual a mim. Eu posso prestar um bom serviço, e o motorista do deles também. Agora, a população gosta da moda do momento, e Porto Velho não tem consumidor nem pra Uber e nem para taxi”, relata.

Informações: g1 RO

Quase 60% das passagens aéreas no Amapá custaram menos de R$ 300 em 2016, diz Anac

As passagens aéreas para voos domésticos no Amapá custaram menos de R$ 300 para 59,08% dos 398.672 passageiros que partiram ou chegaram no Aeroporto Internacional de Macapá. Os dados são de um relatório anual divulgado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Aviões no pátio do aeroporto de Macapá (Foto: Arquivo/G1)
DIVULGAÇÃO G1
O indicador é o menor já registrado desde o início do levantamento em 2002, quando na mesma faixa mais de 67% dos passageiros compraram passagens abaixo de R$ 300. Em 2015, o total de bilhetes foi de 59,29%, em 2014 foi de 65,19% e em 2013 foi de 61,80%.
O valor baixo na média das passagens no estado é reflexo da grande procura do público por viagens para Belém, no Pará, destino de 69% das passagens compradas. A distância entre as duas cidades é de 329 quilômetros e a viagem dura em média 50 minutos.
Além do Pará, o destinos ou origem dos passageiros do estado foram das cidades de Brasília (20%) e Fortaleza (5%). O setor aéreo no Amapá movimentou R$ 577 milhões em 2016, de acordo com números da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear).
O relatório da Anac aponta ainda que o preço mais comum de passagens no estado no ano passado foi na faixa entre R$ 100 e R$ 200, com 142.383 bilhetes adquiridos. Passagens acima de R$ 1 mil somaram apenas 2,84% das compras realizadas.
Rondônia foi o estado com as passagens domésticas mais caras em 2016, com preço médio de R$ 567,03, já corrigido pela inflação. Já o Espírito Santo apresentou os tickets mais baratos, com preço médio de R$ 277,04. A passagem média do Amapá ficou em R$ 330,81.

Informações: g1 AP