domingo, 21 de maio de 2017

Greve de rodoviários prevista para segunda em Manaus é cancelada

A greve no transporte coletivo, marcada para segunda-feira, 22, em Manaus, foi cancelada, após reunião entre o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto com representantes do Sindicato das Empresas de Transporte de Manaus (Sinetram) e do Sindicato dos Trabalhadores de Transporte Rodoviário de Manaus (STTRM). O encontro aconteceu na noite desta sexta-feira, 19, na sede da Prefeitura de Manaus, na Compensa, zona Oeste.
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“Aqui se desfez a ideia da greve para se pensar em uma solução. O apelo que eu faço para ambos os setores, aos rodoviários e ao Sinetram, é que percebam que há uma tarifa realista paga pelo povo e que não é mais cabível haver greve em Manaus”, disse o prefeito de Manaus, Arthur Neto.
Após a reunião ficou decidido que empresários e rodoviários voltam a se reunir na segunda-feira, 22, para uma segunda rodada de negociações.
”Nós precisamos que eles sentem e cada um verifique no que pode ceder. São dois milhões de pessoas que dependem direta ou indiretamente do bom funcionamento do transporte coletivo”, enfatizou Arthur.
O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Givancir de Oliveira, destacou que na segunda-feira haverá nova rodada de negociações. “Na segunda-feira não vai ter greve. O sindicato recuou para uma segunda tentativa de negociação”, disse o rodoviário.
Informações: Em Tempo

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Belém-BA. Rejeitado Ar Condicionado nos ônibus

Foi rejeitado por ampla maioria dos vereadores na Câmara Municipal de Belém (CMB), nesta terça-feira (9), o Projeto de Lei que obrigaria as empresas de ônibus instalarem aparelho de ar-condicionado nos coletivos da cidade. 18 parlamentares foram contra enquanto apenas três votaram a favor.
O Projeto de Lei é de autoria do vereador Dr. Chiquinho (PSOL) e revoga a lei sancionada pelo prefeito Duciomar Costa em 2009 que também obriga a implantação dos aparelhos, mas por não estabelecer prazos e nem mesmo penalidades acabou considerada sem efeito pelo parlamentar.
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"O projeto que virou lei não propunha fiscalização, prazo e nem penalização. É lamentável! Belém é uma cidade de clima quente, uma das poucas capitais sem climatização nos coletivos e em período de chuva os passageiros têm de passar calor já que as janelas são fechadas. Isso sem falar do ponto de vista sanitário já que essas condições propiciam maior circulação de vírus e bactérias que fazem mal a saúde", argumenta Dr. Chiquinho.
Ainda segundo a proposta, o prazo estabelecido para que todos os ônibus tivessem o aparelho instalado é de quatro anos e a cada período de 12 meses, 25% da frota deveria estar devidamente equipada.
A votação ocorreu na manhã de hoje e dos três parlamentares que votaram a favor estão, além do autor do projeto, os vereadores Fernando Carneiro (PSOL) e Amaury da APPD (PT).
DOL conversou com o vereador Fernando Carneiro que justificou a atitude da maioria dos vereadores como subserviência ao prefeito Zenaldo Coutinho, a quem fazem a base na CMB e que a desculpa da lei de 2009 foi uma forma de não conflitarem com os interesses dos empresários.
Em nota enviada na manhã desta quarta-feira, o vereador Mauro Freitas (PSDC), presidente da Câmara Municipal de Belém, diz que : "O referido projeto não foi aprovado pelo fato da proposta em questão, já existir. O projeto original é de autoria do ex-vereador Gervásio Morgado e inclusive já foi sancionado pelo executivo municipal. O que precisa ser feito é a aplicação da lei, incluindo as suas penalidades. "
Ainda na nota, freitas diz que "Por não conhecer o regimento interno da CMB, ou para atrair holofotes, o vereador Dr. Chiquinho, tentou copiar um projeto que não era seu. Ora, o legislativo não pode criar leis que já existam. Os vereadores mais preparados não concordaram de forma alguma em passar por cima da legislação (regimento). No final, isso foi usado de má fé, colocando inverdades para confundir as pessoas. Apenas um ato político para atrair a atenção". 

Informações: Diário Online

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Audiência Pública debate Estrada de Ferro Madeira-Mamoré

O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado (MPE) de Rondônia, entraram com uma ação no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF -1) contra a União Federal, Estado de Rondônia, município de Porto Velho, Santo Antônio Energia, Ibama e Iphan, determinando a suspensão imediata do contrato de cessão do uso gratuito entre a União e município, sobre a administração do complexo ferroviário da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.
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Com o objetivo de discutir acerca da decisão judicial, que no entendimento do representante da Assembleia Legislativa, deputado Hermínio Coelho (PDT), deve ser cumprida, mas ainda é passível de discussão e debates, mesmo que em última instância, propôs que se realizasse uma audiência pública ontem na ALE com representantes de órgãos envolvidos no contrato da administração do complexo da Estrada Madeira-Mamoré.

A audiência que teve como objetivo ainda, a discussão sobre a revitalização do complexo ferroviário, que é o cartão-postal da cidade, e responsabilização do poder público sobre os danos causados no principal ponto turístico de Porto Velho. Há muitos anos, a Estrada de Ferro está abandonada, servindo para o uso de dependentes químicos, para o crime e maculando com isso, a história do município.

Com a finalidade de se debater sobre todas essas questões, bem como sobre a decisão favorável do TRF-1, a Associação de Preservação do Patrimônio Histórico do Estado de Rondônia e Amigos da Madeira-Mamoré (AMMA) solicitou à Casa parlamentar, que a audiência fosse realizada. O deputado Hermínio Coelho acatou a solicitação e abriu a sessão.

Em seu pronunciamento, o parlamentar Hermínio Coelho, ressaltou a importância da audiência para a discussão democrática sobre o tema:

“É muito importante estarmos aqui hoje, para que possamos discutir sobre o nosso grande patrimônio, que é a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Essa audiência foi solicitada por militantes que ainda acreditam e lutam pela E.F.M.M, e também para que possamos chamar à responsabilidade, os governos para o abandono que ela se encontra hoje e para vermos o que podemos fazer para mudar essa realidade. Temos que “clarear” a conscientização política do nosso Estado. A EFMM não pode permanecer do jeito que está. Precisamos exigir respeito ao maior patrimônio do Estado”.

Concessão de 20 anos para o município

George Telles de Menezes, vice-presidente da Associação dos Ferroviários da EFMM, disse que essa audiência foi marcada para a discussão as problemáticas relativas ao complexo ferroviário e o indeferimento do desembargador Souza Prudente do TRF-1 de Brasília:

“Houve um entendimento na época, como o poder público deixou abandonado o complexo ferroviário, nós entramos com uma ação pública juntamente com o MPF e o MPE, e agora saiu a decisão, dando o indeferimento na concessão de 20 anos para o município administrar. Mas a gente está tentando no momento, uma outra tratativa, juntamente com a prefeitura para que ele retorne à concessão de uso por mais 50 anos. Mais isso aí terá critérios. A prefeitura tem que respeitar a portaria 2031/2007 e o Decreto-lei nº 25/37 do Iphan nacional, que define as questões à nível nacional, do complexo ferroviário da EFMM”, explicou.

Ainda de acordo com Telles, o objetivo da Associação dos Ferroviários na audiência é destacar que o complexo ferroviário só poderá ser revitalizado, quando as leis forem respeitadas. Segundo ele, várias obras irregulares foram feitas no complexo, inclusive o alargamento da vilas dos ferroviários, aonde no local, tem quiosques, o que segundo sustenta, não poderia haver quiosques na área do complexo.

“Passaram por cima da lei, afetando com isso, a morfologia do terreno e dando prejuízos aos ferroviários que ali moram; as casas estão todas rachadas. Então, por isso que nós marcamos essa audiência hoje, para que possamos deixar bem claro para os gestores que para que a EFMM possa ser reestruturada, é imprescindível antes, fazer a orla. Já existe um projeto em Brasília para que esse problema possa ser resolvido”, pontuou ontem George Telles.

Informações: 

domingo, 7 de maio de 2017

Novos ônibus para Manaus

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A frota de ônibus do transporte coletivo receberá, em breve, o reforço de mais dez ônibus novos. Os coletivos chegaram a Manaus de balsa, na madrugada deste sábado, 06/05, trazendo consigo o novo design de carroceria Torino 2017 - Marcopolo e dotados de câmeras de segurança, GPS, além de elevadores próprios para o embarque e desembarque de cadeirantes.

Para começarem a circular a empresa do transporte coletivo, Expresso Coroado, deve providenciar nos próximos dias o emplacamento junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran-AM) e o cadastro dos ônibus junto a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU).

Foto: Márcio James
SMTU Manaus

sábado, 6 de maio de 2017

Sem rodoviária há mais de 7 anos, moradores de Crixás do TO ficam em rodovia à espera de ônibus

Na hora de viajar, os moradores de Crixás do Tocantins, sul do estado, que dependem do transporte coletivo, precisam ficar na estrada à espera dos ônibus. É que a rodoviária na cidade está completamente abandonada. O local está sujo, não tem funcionários e por lá não passa nenhum veículo. A prefeitura do município disse que a rodoviária está desativada há mais de sete anos. Um dos motivos seria o baixo movimento de passageiros. 
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Crixás do Tocantins
E se o terminal rodoviário está desativado, o jeito é improvisar. Para pegar ônibus, alguns enfrentam o sol. Outros passageiros encontram abrigo debaixo das árvores. "Dificuldade porque não tem nenhuma rodoviária e precisamos ir para a beira da rodovia esperar deibaixo de pés de árvores", reclama o serralheiro Antonio da Cruz.

O agricultor Nivaldo Pires mora ao lado do terminal rodoviário. Ele lembra que a movimentação era grande e tinha ônibus para várias cidades. "Meu genro trabalhava em um dos guichês, agora acabou tudo".

Quando os moradores precisam viajar para outras cidades, eles precisam esperar o transporte na beira da rodovia. Mas quando vão viajar para outros estados, eles vão para cidades vizinhas como Gurupi ou Aliança porque os ônibus executivos não param na BR.

Informações: g1 TO